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Hospital da Mulher Heloneida Studart promove métodos de humanização com pacientes

As relações interpessoais, a comunicação e os vínculos são comportamentos que caracterizam o atendimento humanizado. Uma das principais razões para garantir a satisfação dos pacientes. Por meio dele é possível proporcionar uma melhor forma de cuidado e alcançar mais resultados nos tratamentos. Portanto, o processo de humanização é essencial para garantir que os processos sejam feitos da melhor maneira possível.


Confira abaixo, exemplos de boas práticas que são adotadas no Hospital da Mulher Heloneida Studart (São João de Meriti), como métodos de humanização com pacientes.


Visita Ampliada - O método consiste em ampliar os horários de visita e proporciona diversos benefícios ao paciente, como, por exemplo, a redução da incidência de distúrbios psicológicos. O paciente, ao ver a família, sente-se mais calmo, e os familiares têm conforto emocional.


Permanência da doula - A unidade garante o direito de acesso e permanência da doula durante o trabalho de parto, conforme determina a Nota Técnica da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro n°03/2019. Essa medida visa o conforto da parturiente, para que a mesma sinta-se familiarizada ao ambiente e tenha um parto mais tranquilo e, na medida do possível, dentro do que ela tenha planejado.


Projeto Octo - (Polvinho) - A iniciativa surgiu na Dinamarca, com a finalidade de acalmar e aconchegar o bebê, fazendo com que a criança pegue nos tentáculos do polvo como se fosse o cordão umbilical (sensação de segurança). O projeto foi criado por um grupo de voluntários, que se uniram para fazer e doar polvinhos de crochê, para prematuros em UTI neonatal. Os polvinhos são colocados como se estivessem abraçando as crianças, sendo colocados delicadamente entre os dedinhos, evitando com isso que puxem sondas e fios que estão conectados. Um simples gesto que passa uma sensação de cuidado. Quando as crianças saem de alta, esses polvinhos vão para casa junto a elas, como uma lembrança de carinho dos momentos vividos na neonatal.


Terapia da Redinha - Conhecida também como Método Hammock, consiste em colocar uma redinha dentro da incubadora com a finalidade de proporcionar conforto aos bebês prematurinhos. Favorece o desenvolvimento neurossensorial e corporal; Auxilia na função respiratória; Estimula a posição flexora do bebê; Proporciona conforto ao recém nascido, simulando a postura intra-uterina. É indicado para recém nascido de baixo peso, com ausência materna e submetidos a grandes períodos de internação.


A Hora do Soninho - Durante dois momentos do dia, o setor de Neonatal, durante 40 minutos, é colocado na penumbra, e os funcionários orientados a diminuir o tom de voz e os ruídos dentro do setor, a fim de favorecer um momento de tranqüilidade para os bebês.


O Banho de Ofurô - Prática de colocar o bebê para relaxar dentro de um balde que se assemelha ao útero materno, com água morna. A preferência é para o bebê que está mais agitado e com peso superior a 1.800 kg. O bebê é deixado nesta posição por cerca de 10 minutos, onde ele se acalma, e dorme tranquilamente após a terapia.


Método Canguru - É uma técnica de atenção ao recém nascido em situação de baixo peso ao nascer ou prematuridade. Tem como objetivo, promover uma abordagem humanizada e segura que se fundamenta no contato pele a pele entre mãe e o bebê. Benefícios: Auxilia no desenvolvimento físico e emocional do bebê; Reduz o estresse, a dor e o choro do recém nascido; Estabiliza o batimento cardíaco, a oxigenação e a temperatura do corpo do bebê; Aumenta o vínculo mãe-bebê; Favorece o Aleitamento materno; Contribui para otimização dos leitos de UTI.


Print da Placenta - Sentimentos e emoções são marcantes na chegada de um filho na família. Para eternizar ainda mais esse momento, as mães recebem uma impressão do “Carimbo do Amor”. O desenho é uma recordação artística, como uma forma marcante de tornar a experiência de ser mãe, ainda mais significativa, por meio de uma lembrança do parto. Conhecida como “Árvore da vida”, a lembrança é um registro da placenta de maneira ilustrativa, em uma tela ou papel. O carimbo, feito a partir da pintura com tintas guache coloridas envolto da placenta, faz alusão ao formato de uma árvore com ramificações.


O nome remete ao significado e ao formato do órgão, pois o caule é o cordão umbilical, os galhos são as extensões dos vasos sanguíneos e as folhas o tecido placentário.


A arte feita com a placenta realizada pelas Enfermeiras Obstetras é uma forma de eternizar o vínculo entre mãe e filho, que inicia ainda na barriga da mãe. Através da placenta, o bebê recebe todos os nutrientes e oxigênio para se desenvolver, mas também, através dela, são transmitidos os estímulos e a energia que envolve esse amadurecimento, e essa, é a ligação mais significativa na geração de uma vida.



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